31/08/2011

COMO ELE NOS AMA - Leo Fonseca


Ele se importa comigo me ama como um furação
Sou como uma árvore que se move pelo seu vento e misericórdia
E quando esqueço minhas aflições ofuscadas por sua glória
Posso perceber o quão lindo tu és e quão grandes seus afetos por mim

Oh Como Ele nos ama tanto
Oh Como Ele nos ama Como Ele nos ama tanto

Ele se importa comigo me ama como um furação
Sou como uma árvore que se move pelo seu vento e misericórdia
E quando esqueço minhas aflições ofuscadas por sua glória
Posso perceber o quão lindo tu és e quão grandes seus afetos por mim

Refrão
Ele nos ama tanto, nos ama tanto, Ele nos ama tanto, Ele nos ama

Ele é o nosso galardão e nós somos sua porção
Atraídos para sua redenção
Se sua graça é um oceano estamos afundando
E então o céu se encontra com a terra como um beijo
E meu coração queima por dentro do meu peito
E eu não tenho tempo mais pra me lamentar, mas apenas pensar

Oh Como Ele nos ama tanto
Oh Como Ele nos ama Como Ele nos ama tanto

18/08/2011

A Verdade é que Deus nos SURPREENDE!


Estamos acostumados com a “presença de Deus”, que não conseguimos ver quando realmente Ele aparece.

Quem disse para nós que quando Deus vem, eu me sentiria bem? Ou isso será algo maravilhoso para mim? Quem foi que me ensinou que a presença de Deus vem para encher meu ego e me fazer ter sensações que me deixam fora do controle?

Não, quando Deus vem, eu me constranjo, eu vejo o meu pecado, eu reconheço meu lugar, eu me quebranto, eu choro em arrependimento, eu morro. Não há mais espaço para mim. Eu me submeto completamente a Sua presença e me prostro diante Dele, e não ao contrário.

E se Jesus passou por você essa semana, e você não o reconheceu?

Ele vem em forma de prostituta, mendigo... numa forma onde quebra todo conceito de certo, Ele mesmo disse que veio para dividir, criar divisão. Ele nunca disse que viria de uma forma única, e apareceria para todos da mesma forma. NÃO. Ele nos surpreende, ou melhor Ele vem, mas nós não o reconhecemos, porque estamos muito ocupados, com nosso trabalho, com nossa religião ( que na verdade a religião não nos serve pra nada, se não tivermos amor). Mas Deus, ahh Ele vem em formas que não estamos acostumados, para ver se nós ao menos estamos em sintonia com Ele, e o reconhecemos.

Deus não esta preocupado em aparecer, em ser visto, notado, Ele está preocupado é que se vamos reconhecê-lo e se isso mudará nossas vidas. Se o encontro com Ele, irá causar tamanho impacto que jamais ousaremos sermos os mesmos.

Mas nós, porque somos tão “cabeças duras” e não aceitamos a maneira como Ele se apresenta? Queremos do nosso jeito, e se não for assim, não o aceitamos, não pode ser Deus, não há possibilidade de ser Ele, somente porque achamos que podemos fazer Dele um bonequinho em nossas mãos que se move da maneira como desejarmos!

Mas basta disso, vamos começar a reconhecer Deus, quando Ele verdadeiramente aparece, quer seja de uma forma que nos desagrade, como num mendigo insistente que não sai da porta de nossa igreja, achamos que é o diabo querendo nos meter medo, ou algo do tipo, mas quando é na verdade Jesus, mostrando sua insistência por nós, mostrando que Ele precisa de um relacionamento com nós, e Ele muitas vezes não se torna agradável, antes Ele nos incentiva a sair do comodismo e fazer algo a mais por aqueles que precisam. Jesus nos ama, mas se recusa a deixarmos como estamos Ele nos incomoda, Ele nos confronta, e nos tira do lugar de comodismo, e nos leva a um nível mais alto com Ele, quando o reconhecemos e passamos a andar com Ele, quer seja agradável, ou desagradável, estar em sua companhia.


11/08/2011


Já Posso Suportar (com Trazendo a Arca)


(Contigo eu sei que eu posso suportar Senhor, pois teu poder se aperfeiçoa na minha fraqueza Deus... Por isso eu posso suportar, Por isso eu posso suportar, Ooohh, Então vamo lá!)

Eu sigo em frente nessa estrada eterna
Com cicatrizes tão profundas
Quanto as que um arado deixa na terra
Muita pressão está sobre minhas pernas
Com lágrimas nos olhos
Que se conta uma história bela
Quantas vezes parei porque cansei
Quantas vezes chorei porque tive medo
Quantas vezes? Nem sei... quantas vezes?
Meu bom Senhor, só Tu sabe quantas vezes

Meus ombros sangram por causa das feridas
Que neles se abriram
Esse é o preço por carregar o peso do concílio
Mas eu não desisto
Não vou largar no chão a arca da aliança
Pois a marca da promessa está sobre minha testa
Meus pés inchados doem de tanto caminhar
Mas vou ignorar, pois tenho lutas pra travar
Deixa sangrar, pois a força que está em mim já pode suportar.

REFRÃO
As dores do mundo, já posso suportar
As guerras e aflições, já posso suportar
Pela força que em mim está
Já posso suportar, já posso suportar.

O maior dos espíritos habita em mim
Eu sou a casa que Ele escolheu para morar
Por causa disso, já posso suportar

No final de tudo eu vou poder dizer
Que lutei o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé
Hei de terminar minha batalha em pé
Um dia desses que eu não sei ao certo qual é
Isso acontecerá, até lá não deixarei de acreditar
Que maior é o que está em mim do que o que está no mundo
Sendo assim enfrento tudo
Tornou-se limpo o imundo, o excluído agora é aceitável
Fortaleceu-se o frágil.
Inimaginável
É o que ainda se reserva pros que crêem
Maravilhas e vitórias dignas de um rei
Então buscarei, quantas vitórias eu puder e Lhe dedicarei
Por Teu intermédio é que as obtive
Mesmo nos dias de crise, dias infelizes
Trarei o recordo, que o meu Deus vive não está morto
Seu Espírito habita meu corpo
Eu estou nEle e Ele em mim, por isso eu canto.

REFRÃO
As dores do mundo já posso suportar
As guerras e aflições já posso suportar
Pela força que em mim está
Já posso suportar, Já posso suportar

O maior dos espíritos habita em mim
Eu sou a casa que Ele escolheu para morar
Por causa disso, já posso suportar

Eu sei que as aflições e tribulações
Que passo aqui
Jamais vão se comparar com a glória que há
De se revelar

REFRÃO
As dores do mundo, já posso suportar
As guerras e aflições, já posso suportar
Pela força que em mim está
Já posso suportar, já posso suportar

O maior dos espíritos habita em mim
Eu sou a casa que Ele escolheu para morar
Por causa disso, já posso suportar

E ouviu uma grande voz no céu que dizia:
Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens
Pois com eles habitará, e eles serão o seu povo
E o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus
E Deus limpará de seus olhos todas as lágrimas
E não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor
Porque já as primeiras coisas são passadas

As dores do mundo, já posso suportar
As guerras e aflições, já posso suportar
Pela força que em mim está
Já posso suportar, Já posso suportar...

04/08/2011

Um escandaloso Evangelho - Paul Waher

“Não me envergonho do Evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.” Romanos 1:16
Paulo, na carne, tinha razões para se envergonhar do Evangelho que pregava, porque contradizia tudo o que se cria ser verdadeiro e sagrado entre os seus contemporâneos. Para os judeus, o Evangelho era a pior blasfêmia porque reivindicava que o Nazareno que morreu amaldiçoado no Calvário era o Messias. Para os gregos, era o pior absurdo porque reivindicava que este Messias Judeu era Deus feito carne. Assim, Paulo sabia que quando abrisse a boca para falar o Evangelho, seria completamente rejeitado e ridicularizado, desprezado, a menos que o Espírito Santo interviesse e se movesse nos corações e mentes dos seus ouvintes. Nos nossos dias, o Evangelho primitivo não é menos ultrajante, pois ainda contradiz os princípios, ou os “-ismos”, da cultura contemporânea: o relativismo, o pluralismo e o humanismo.
NÃO É TUDO RELATIVO
Vivemos na era do Relativismo – um sistema de crenças baseado na absoluta certeza de que não há absolutos. Hipocritamente aplaudimos homens que buscam a verdade, mas executamos em praça pública qualquer um que seja arrogante o suficiente para acreditar que a encontrou. Vivemos numa era de trevas auto-impostas, e a razão disso acontecer é clara. O homem natural é uma criatura decaída, é moralmente corrupto, obstinado na sua autonomia (i.e.,no seu auto-governo). Odeia a Deus porque Ele é Justo, e odeia as Suas leis porque censuram e restringem a sua maldade. Ele odeia a verdade porque revela o que ele realmente é. Ele quase acaba com o que ainda permanece na sua consciência. Portanto, o homem decaído busca empurrar a verdade – especialmente a verdade sobre Deus – para o mais longe possível. Ele vai até onde for preciso para suprimir a verdade, mesmo a ponto de fingir que tal coisa não existe ou que, se existe, não pode ser conhecida nem ter alguma coisa a ver com as nossas vidas. Não é Deus que se esconde, é o homem. O problema não é o intelecto, é a vontade. Como um homem que esconde a sua cabeça na areia para evitar o ataque de um rinoceronte, o homem moderno nega a verdade de um Deus justo e os Seus absolutos morais, na esperança de silenciar a sua consciência e de esquecer o julgamento que ele sabe ser inevitável. O Evangelho cristão é um escândalo para o homem e para a sua cultura, porque faz a única coisa que ele mais quer evitar – desperta-o do seu auto-imposto “sono” para a realidade da sua situação decaída, da sua rebelião; chama-o à rejeição da sua autonomia e à submissão a Deus, através do arrependimento e fé em Jesus Cristo.
NÃO ESTÃO TODOS CORRETOS
Vivemos numa era de Pluralismo – um sistema de crenças que põe fim à verdade, declaran do que tudo é verdade, especialmente no que diz respeito à religião. Pode ser difícil para o cristão contemporâneo entender, mas os cristãos que viveram nos primeiros séculos da fé foram marcados e perseguidos como se fossem ateus. A cultura que os envolvia estava imersa em teísmo. O mundo estava cheio de imagens de deuses, a religião era um negócio crescente. Os homens não só toleravam os deuses uns dos outros, como também os trocavam e partilhavam. O mundo religioso ia muito bem até chegarem os cristãos e declararem que “deuses feitos com as mãos não são deuses.” Eles negaram aos Césares as honras que eles exigiam, recusaram dobrar os joelhos aos outros ditos “deuses”, e confessaram Jesus apenas como Senhor de tudo. O mundo inteiro assistiu boquiaberto a tal arrogância e reagiu com fúria contra a intolerável intolerância dos cristãos à tolerância.
Este mesmo cenário abunda no nosso mundo hoje em dia. Contra toda a lógica, dizem-nos que todas as posições em relação à religião e moralidade são verdadeiras, não importa quão radicalmente diferente se contraditórias possam ser. O aspecto mais espantoso de tudo isto é que, através dos incansáveis esforços da mídia e do mundo acadêmico, isto rapidamente se tornou a opinião da maioria. Contudo, o pluralismo não lida com o problema nem cura a maleita. Apenas anestesia o paciente para que já não sinta nem pense mais. O Evangelho é um escândalo porque despertao homem do seu sono e recusa-se a deixá-lo descansar numa base tão ilógica. Força-o a chegar a alguma conclusão – “Até quando vão coxear entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, sigam-no; mas se é Baal, sigam-no.”
O verdadeiro Evangelho é radicalmente exclusivo. Jesus não é “um” caminho, mas “o” caminho.3 E todos os outros caminhos não são o caminho. Se o cristianismo desse mais um pequeno passo que fosse no sentido de um ecumenicalismo mais tolerante, e trocasse o artigo definido “o” pelo artigo indefinido “um”, o escândalo desapareceria; o mundo e o cristianismo podiam ser amigos. Contudo, quando isto acontecer, o cristianismo deixou de ser cristianismo. Cristo é negado e o mundo fica sem Salvador.
O HOMEM NÃO É A MEDIDA
Vivemos numa era de Humanismo. Nas últimas décadas, o homem tem lutado para expurgar Deus da sua consciência e da sua cultura. Derrubou todos os altares visíveis ao “Único Deus Vivo” e ergueu monumentos para si mesmo, com o zelo de um religioso fanático.Fez de si próprio o centro, a medida e o fim de todas as coisas. Louva o seu mérito inato, exige honra à sua auto-estima e promove a sua auto-satisfação e auto-realização como o maior bem. Justifica a sua consciência culpada com os resquícios de uma antiquada religião de culpa. Procura livrar-se de qualquer responsabilidade pelo caos moral que o envolve, culpando a sociedade, ou pelo menos a parte da sociedade que ainda não atingiu o seu nível de entendimento. A mínima sugestão de que a sua consciência pudesse estar certa no seu testemunho contra ele, ou que ele pudesse ser responsável pelas quase infinitas doenças que há no mundo, é impensável. Por este motivo, o Evangelho é um escândalo para o homem decaído, pois expõe a sua ilusão acerca de si mesmo e convence-o da sua situação decaída e da sua culpa. Esta é, essencialmente, a “primeira ação” do Evangelho; é por isso que o mundo detesta tanto a pregação do verdadeiro Evangelho. Arruína a sua festa – estraga prazeres – destrói a sua fantasia e expõe que “o rei vai nu”.
As Escrituras reconhecem que o Evangelho de Jesus Cristo é uma “pedra de tropeço”4 e “loucura” para os homens, em todas as gerações e culturas. Contudo, tentar remover o escândalo da mensagem é invalidar a cruz de Cristo e o seu poder salvador. Temos que entender que o Evangelho não apenas é escandaloso, mas que é suposto que o seja!Através da loucura do Evangelho, Deus destruiu a sabedoria dos sábios, frustrou a inteligência das grandes mentes e abateu o orgulho de todos os homens, para que no fim nenhuma carne se possa gloriar na Sua presença, mas como está escrito: “Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.”
O Evangelho de Paulo não só contradizia a religião, a filosofia e a cultura dos seus dias, mas declarava-lhes guerra. Recusava tréguas ou tratados com o mundo e satisfazia-se com nada menos do que absoluta rendição da cultura ao senhorio de Jesus Cristo. Fazemos bem em seguir o exemplo de Paulo. Temos que ser cuidadosos para evitar qualquer tentação de conformarmos o nosso Evangelho às modas de hoje ou aos desejos de homens carnais. Não temos o direito de deturpar, de suavizar a sua ofensa nem de civilizar as suas exigências radicais, para o tornarmos mais atraente a um mundo caído ou a carnais membros de igrejas. As nossas igrejas estão cheias de estratégias para serem mais “agradáveis”, pondo o Evangelho noutra embalagem, removendo a pedra de tropeço e amaciando o gume da espada, para ser mais aceitável aos homens carnais. Devemos ser sensível ao que busca, mas devemos perceber que: há só Um que busca e este é Deus. Se nos esforçamos para fazer nossas igrejas e mensagens confortáveis, façamos confortáveis para Ele. Se queremos erguer uma igreja ou ministério, vamos fazê-lo com uma paixão por glorificar a Deus e com um desejo de não ofender a Sua glória. Não importa o que o mundo vai pensar de nós! Não buscamos honras na terra, mas a honra do céu deve ser o nosso desejo.